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Programa 93 (destaques do mês)
Friday, 27 May, 2022
Varados de Fome · Edição 93 · Maio Apresentado por Fabio Wright e José Flávio Júnior Nesta edição, debatemos sobre dois restaurantes moderninhos que abriram no Itaim, um coreano no Bom Retiro e um concorrido balcão de sushis clássicos. Destaques do episódio [02:40] Delivery: feijoada do Leitão de Gravata (~R$50) e a tendência do torresmo de rolo [05:15] Festival de Sopas do Ceagesp: caldinho de feijão preto com cachaça, fondue de alho-poró e a sopa de pinhão com cream cheese [08:30] Seven Kings (Moema): o hambúrguer de calabresa sazonal [09:25] Mila (Itaim): osteria urbana de cozinha autoral — pappardelle al dente radical, lula com creme de amendoim, milanesa de bombom de alcatra e carta de vinhos naturais [16:45] Sushi Vaz (Alameda Santos): balcão de 7 lugares, omakase de 16 nigiris (R$260), sem salmão. Reserva pelo WhatsApp. Segunda unidade no Churrascada do Mar em Pinheiros [25:50] De Segunda (Rua Professor Tamandaré, Itaim): novo restaurante da região [~35:00] Dasian e Miado: as delícias asiáticas do mês [~45:00] Mooi Mooi: sorvetes autorais [~52:00] A surpreendente casa alemã do mês Citados neste episódio Mila — Itaim Sushi Vaz — Alameda Santos De Segunda — Itaim Dasian Miado Mooi Mooi Leitão de Gravata Festival Sopas Ceagesp Seven Kings — Moema Hutô Nagayama Ler a transcrição completa do episódio + [Fabio Wright] Ah, que delícia! Edição 93, nossa edição mensal de maio entrando no ar. [José Flávio] Um abraço ao Itamar Alves, do podcast Tudo Joia. Ele faz o podcast com o Pedro Soi e com o Leandro Saoe e passou a ouvir o Varados depois de me entrevistar para outro projeto. E também pedir desculpa ao nosso ouvinte Pedro Dubra — brinquei dizendo que não faz nada, mas ele faz muita coisa, está servindo o Brasil em Buenos Aires. [FW] Ele esteve recentemente na Embaixada Argentina com uma exposição bacana que ele mesmo organizou. Delivery em destaque [JF] Fui na sua dica e pedi a feijoada do Leitão de Gravata. O pedido veio da loja de Pinheiros, não da Vila Andrade. Não entendi muito a logística. [FW] O delivery deve vir de lá. O Leitão de Gravata não nasceu em São Paulo — a primeira unidade foi na Grande São Paulo e eles estão envolvidos com o Festival do Torresmo de Rolo. [JF] A feijoada é muito boa, bem equilibrada — carnes todas defumadas. Custa em torno de R$50, vem de brinde um torresmo de rolo generoso. Achei equilibrada: diferente da do Bio, que manda mais carne do que feijão. Se não quiser pedir no Dona Cida, que é o melhor de São Paulo, o Leitão de Gravata é boa opção pelo preço. O Bolinha já passa dos R$200. [FW] O Festival de Sopas do Ceagesp já está na quarta semana. Cheguei às 19h de sábado e já estava lotado. Peguei o caldinho de feijão preto com cachaça e o fondue de alho-poró. A sopa de pinhão com cream cheese é o hit da temporada — quando entra, as pessoas vão só para isso. A experiência presencial é insubstituível, especialmente a sopa de cebola gratinada. [FW] O Seven Kings, lanchonete santista com unidade na Rua Parusso (Moema), lançou um hambúrguer de calabresa fora do cardápio regular. Gostoso, mas era sazonal. 1º Prato — Destaques do Fabio Wright Mila — Rua Bandeira Paulista (lado Vila Olímpia, antes da Juscelino), Itaim. Abriu em janeiro, comando de Tito Pallone (ex-grupo San Marche). Apresenta-se como osteria urbana de cozinha autoral — mais próxima de um endereço que esperaríamos em Pinheiros ou nos Jardins do que no Itaim clássico. Sempre lotado, com espera por mesa. O cardápio tem poucos pratos mas muitas opções para compartilhar. O pappardelle vem com ragú branco (bovina e suína, sem tomate), coalhada e kimchi servido à parte — em ponto al dente firme, quase cru, escolha deliberada do chef. A lula com creme de amendoim, picles de pimenta cambuci e coentro é um dos destaques. A milanesa de bombom de alcatra de angus, rosada e servida com aioli e picles de mostarda, é sólida. O karaage sofre com o vinagre chinês que quebra a crocância. A carta de vinhos é conduzida pela sommelière Camila Siganda (ex-Marisqueria). Trabalham com vinhos naturais e biodinâmicos. Taças de 125ml permitem provar dois rótulos na mesma visita. Algumas taças passam dos R$40. Não é um restaurante de comida excepcional, mas tampouco regular. A badalação e o ambiente avarandado contam pontos. Para quem já frequenta a região, vale visitar. Sushi Vaz — Alameda Santos (entre Consolação e Bela Vista). Criado durante a pandemia por Winston Duarte Vaz (cuiabano), começou como balcãozinho de quatro lugares numa galeria próxima ao Conjunto Nacional. Mudou para o endereço atual em abril: balcão em L para sete pessoas. Omakase de 16 nigiris por R$260. Sem salmão. Os peixes são escolhidos no Ceagesp quase diariamente. No dia da visita: linguado, olhete, barriga de xaréu, manjuba, sardinha e um trio de atuns (magro, barriga e chutoro). Reserva pelo WhatsApp. Funciona das 12h às 16h. O shoyu já vem pincelado — não há piscininha separada. Cada nigiri é pensado individualmente: o pargo vai com limão, sal e shisô para enaltecer o dulçor natural; o carapau leva cebolinha e gengibre. Para quem aprecia nigiri clássico sem cream cheese ou hot roll, é um endereço que merece atenção. Segunda unidade inaugurada no piso superior do Churrascada do Mar (Rebouças, Pinheiros) — balcão em U para mais lugares, mesmo menu e preço. A experiência mais genuína ainda é a da Alameda Santos. 2º Prato — Destaques do José Flávio Esta seção cobre os destaques do Zé Flávio — De Segunda, Dasian, Miado, Mooi Mooi e a casa alemã do mês. Ouça no player acima a partir dos 25 minutos.












